quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Eu que não quero ir.
E foi assim que "ele" se despediu de mim. Um sol lindo que não quer se por... fazendo arder em meu peito a minha vontade de ficar!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Coração de Pirata!
Ela tem apenas 18 anos, e toca piano desde os 3, e Coração de pirata, é o seu projecto musical . Béatrice Martin, uma pequena canadense, lancou seu trabalho pelas redes em sites de relacionamento, MySpace e youtube e até tocou no festival francofolies de Montreal em 2007. Sua voz é suave, sua melodia é daquelas feitas para ouvir durante a chuva... com um bom chocolate quente, biscoito de côco e é claro o amor do lado de dentro do ededron. Se o teaser funcionar com vc visite a page no MySpace
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
A droga da vaidade!
Há dois anos, eu li o livro "O retrato de Dorian Gray" de Oscar Wilde. O livro conta a historia de um jovem, que assim como Narciso, apaixonasse por sua própria imagem. É uma historia triste, e até pareceria infantil, como uma dessas historia que contamos as crianças, com o intuito de dizer a elas que não sejam egoístas, que não pensem que só elas existem no mundo, que não sejam presunçosas, e que não faça pouco um das outras. Engraçado, por mais que pensamos saber o moral dessas historia, não é bem assim. A humanidade tem muita coisa a aprender e rever neste mito que ainda vive e atua em cada um. Ao refletir sobre o Narciso que vive em cada um, o ser, confronta-se com uma situação um tanto sombria. Temos medo de tudo àquilo que não conhecemos, tememos o diferente, o desconhecido, e aquilo que nos incomoda, não toleramos ver nem mesmo no outro.
Já percebeu como é fácil se sentir bem no meio de sua família, onde todos te amam falam a mesma língua é uma situação muito confortável, Mas por quê? Ora, porque é muito legal, sentir que é compreendido e amado. Ter admiração e reconhecimento pelo que se é pelo que está se tornando, ou pelos projetos que tem. O ser humano precisa disso: desse reconhecimento, dessa avaliação de que valem alguma coisa, de que são importantes para alguém. E se sentem muito orgulhosos com a sensação de “pertencer”, de fazer parte de algo que prezam tanto. Mas Dessa forma continuam como Narciso procurando e se apaixonando por seus próprios reflexos, por seus “semelhantes”, por seus iguais, e assim encontra-se em pleno século XXI, no novo milênio, apedrejando, escorraçando e matando aqueles que não têm sua cor, que não tem os seus costumes, a sua raça, que não possuem seu sangue, ou quem sabe seu nível de cultura, ou ainda, seu poder econômico, e principalmente, suas convicções políticas e religiosas, isto é seu valor. Gostar de quem se parece com agente é fácil, difícil mesmo é gostar, e demonstrar amor, a uma pessoal totalmente diferente de você, que se veste diferente, que pensa diferente. Algumas pessoas além de não aceitarem pessoas diferentes, acabam não permitindo que outros gostem delas. Maldizem com a intenção de realmente manipular a opinião de outros e isso não é bom, posso citar pessoas perigosas na historia que conseguiram isso, vejam só o império de Horror de Adolf Hitler, e Benito Mussolini. Enquanto não conseguirmos nos olhar com imparcialidade, nosso
trabalho interior passar a ser um meio de projetar vaidade, ou seja, a canção do eu sozinho: eu fiz, eu sou eu posso. Pois na verdade o autoconhecimento deve ser uma pratica que estimule o verdadeiro compartilhamento, formando pessoas capazes de organizar os conhecimentos individuais, possibilitando a colocação do saber particular a serviço de todos e não para se só.
trabalho interior passar a ser um meio de projetar vaidade, ou seja, a canção do eu sozinho: eu fiz, eu sou eu posso. Pois na verdade o autoconhecimento deve ser uma pratica que estimule o verdadeiro compartilhamento, formando pessoas capazes de organizar os conhecimentos individuais, possibilitando a colocação do saber particular a serviço de todos e não para se só. Trabalhar o aprimoramento da personalidade e do caráter nada tem haver com acumulação de sabedoria para o engrandecimento de um único individuo como sendo o dono da verdade. Temos que eliminar essa hipócrita vaidade que nos impede de amar e somar nossa diferença com os demais. Fora desse contexto o conhecimento é mal direcionado, e só alimenta o individualismo e a necessidade de “ribalta” de alguns.
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terça-feira, 20 de abril de 2010
Coraline e o mundo secreto

Atirem a primeira pedra que Nunca, em sua infância desejou ter uma família um pouquinho melhor do que a que já tem.
O longa Coraline, trata deste assunto que norteia o imaginario infantil. A animação, é dirigida por ninguém mais que Henry Selick, o mesmo diretor de "O fantástico mundo de Jack", que metade da humanidade pensar ter sido dirigido por Tim Burton, que na verdade assinou o roteiro do filme, e em se tratando de Burton é fantastico. Bem voltando ao filme Coraline... a personagem principal dessa animação é uma garotinha muito esperta (dessas que gostaríamos de ter sido rsss) que vive intediada com sua rotina de "nada pra fazer". Mas tudo ganha outra visão quando ela muda com seus pais para uma casa digamos assim misteriosa. Cansada dessa rotina de não ter nada interessante pra fazer, Coraline deseja ter outra família. Sem saber todos os seus passas estão sendo observados, ela descobre na casa, uma "portinha" que a leva a uma "outra casa, bem
parecida com a sua, só que com outra mãe que se dedica a fazer todos os caprichos e desejos, e um outro pai mais atencioso e mais divertido. Então todas as noites Coraline em seus sonhos visita essa outra família bem mais interessante. Bom isso dura Até ela descobrir que um dia não poderá mais acorda e voltar para sua verdadeira família.A animação foi toda feita, em Stop Motion. Sim, isso mesmo, aquela técnica onde os modelos são movimentados e fotografados quadro a quadro e estes quadros são posteriormente montados em uma película cinematográfica, criando a impressão de movimento, como nos desenhos animados
de antigamente.
O longa Coraline, trata deste assunto que norteia o imaginario infantil. A animação, é dirigida por ninguém mais que Henry Selick, o mesmo diretor de "O fantástico mundo de Jack", que metade da humanidade pensar ter sido dirigido por Tim Burton, que na verdade assinou o roteiro do filme, e em se tratando de Burton é fantastico. Bem voltando ao filme Coraline... a personagem principal dessa animação é uma garotinha muito esperta (dessas que gostaríamos de ter sido rsss) que vive intediada com sua rotina de "nada pra fazer". Mas tudo ganha outra visão quando ela muda com seus pais para uma casa digamos assim misteriosa. Cansada dessa rotina de não ter nada interessante pra fazer, Coraline deseja ter outra família. Sem saber todos os seus passas estão sendo observados, ela descobre na casa, uma "portinha" que a leva a uma "outra casa, bem
parecida com a sua, só que com outra mãe que se dedica a fazer todos os caprichos e desejos, e um outro pai mais atencioso e mais divertido. Então todas as noites Coraline em seus sonhos visita essa outra família bem mais interessante. Bom isso dura Até ela descobrir que um dia não poderá mais acorda e voltar para sua verdadeira família.A animação foi toda feita, em Stop Motion. Sim, isso mesmo, aquela técnica onde os modelos são movimentados e fotografados quadro a quadro e estes quadros são posteriormente montados em uma película cinematográfica, criando a impressão de movimento, como nos desenhos animados
de antigamente.Vale a pena ver, não é um filmezinho moralista, mas passa sim, uma lição que não serve só para crianças. E para aguçar mais a curiosidade, deixo vocês com um make of dos personagens, espero que gostem, e se não gostarem pode comentar também .
Julie & Julie.
Julie & Julie.
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
E aí? Você concorda ou apenas aceita a opinião dos outros?

Num mundo dominado pelo voyerismo, não só observar, mas também dar palpites e falar mal dos “outros” virou um habito, e a maioria dos envolvidos fazem isto como se fosse a melhor das criticas. Pensar a respeito dessa atitude com um pouco de ética, virou um exercício cada vez mais empurrado como lixo para debaixo do tapete. Estou me refiro-me a um simples fato: o de refletir sobre concordar ou apenas aceitar sobre, se o que os “outros” fazem da vida deles é realmente da nossa conta.
É muito simples, mas muita gente não entende que, se Mariazinha, pintou o cabelo de azul ao invés de preto, é por que, ela se sente bem e bonita com essa cor de cabelo. Bem, esse deveria ser o único e bom motivo que deveríamos que levar em consideração para respeitar sua atitude, apesar de achar que ela ficaria muito melhor com a cor natural. O que não pega bem aqui é a mania horrível e defeituosa de achar que devemos dar palpites, e dizer aos outros sobre como devem andar, sobre como devem se vestir, o que devem comer. O pior disso tudo é que, quem critica acaba por esquecer que, cada pessoa é um ser único, diferente e que é essa diferença que faz das pessoas realmente interessantes e bonitas. Eu pergunto: Quem disse que só os cabelos lisos e grandes são bonitos? E os crespos? Os anelados? Os curtos e os repicados? E aqueles de cores bárbaras que vemos nas ruas? Porque não são bonitos? Porque estão fora do padrão? Ou não é o da moda? As pessoas são por natureza diferente, são umas altas outras baixas, gordas e super magras, negras, amarelas e brancas, pensam diferentes, vestem de forma diferente. E porque será que apesar de tantas diferenças tão evidentes, alguns insistem em achar que todos devem pensar da mesa forma? A diferença merece respeito, porque é ela que faz nossos relacionamentos interpessoais interessantes.
Não vou morrer nem matar quem pensa e agi diferente de mim. Na minha opinião essa flexibilidade não é sinal de
fraqueza, afinal por mais delicado que pareça o assunto, ele sempre vai ter dois lados. E aceitar que as pessoas são diferentes, não é o mesmo que concordar com o que fazem ou dizem que fazem, mas sim um ato de respeito.
Eu particularmente, até prefiro que não concordem comigo, porque assim aumento meu repertório e tenho a chance de conhecer novos argumentos e aprender com conceitos e opiniões peculiares as minhas. Mas também gosto e exijo respeito pelas minhas opiniões.
Ninguém é obrigado a concordar com os outros, mas deixar esse narcisismo de lado e aceitar que existem outras pessoas e que elas têm o direito de pensar diferente é primordial para um convívio agradável... Saber criticar, sim é fundamental, afinal de contas se você aceita, mas não concorda com tudo que andam fazendo por ai e quer deixar isso bem claro, então seja bem vindo e não perca a educação!
É muito simples, mas muita gente não entende que, se Mariazinha, pintou o cabelo de azul ao invés de preto, é por que, ela se sente bem e bonita com essa cor de cabelo. Bem, esse deveria ser o único e bom motivo que deveríamos que levar em consideração para respeitar sua atitude, apesar de achar que ela ficaria muito melhor com a cor natural. O que não pega bem aqui é a mania horrível e defeituosa de achar que devemos dar palpites, e dizer aos outros sobre como devem andar, sobre como devem se vestir, o que devem comer. O pior disso tudo é que, quem critica acaba por esquecer que, cada pessoa é um ser único, diferente e que é essa diferença que faz das pessoas realmente interessantes e bonitas. Eu pergunto: Quem disse que só os cabelos lisos e grandes são bonitos? E os crespos? Os anelados? Os curtos e os repicados? E aqueles de cores bárbaras que vemos nas ruas? Porque não são bonitos? Porque estão fora do padrão? Ou não é o da moda? As pessoas são por natureza diferente, são umas altas outras baixas, gordas e super magras, negras, amarelas e brancas, pensam diferentes, vestem de forma diferente. E porque será que apesar de tantas diferenças tão evidentes, alguns insistem em achar que todos devem pensar da mesa forma? A diferença merece respeito, porque é ela que faz nossos relacionamentos interpessoais interessantes.
Não vou morrer nem matar quem pensa e agi diferente de mim. Na minha opinião essa flexibilidade não é sinal de

fraqueza, afinal por mais delicado que pareça o assunto, ele sempre vai ter dois lados. E aceitar que as pessoas são diferentes, não é o mesmo que concordar com o que fazem ou dizem que fazem, mas sim um ato de respeito.
Eu particularmente, até prefiro que não concordem comigo, porque assim aumento meu repertório e tenho a chance de conhecer novos argumentos e aprender com conceitos e opiniões peculiares as minhas. Mas também gosto e exijo respeito pelas minhas opiniões.
Ninguém é obrigado a concordar com os outros, mas deixar esse narcisismo de lado e aceitar que existem outras pessoas e que elas têm o direito de pensar diferente é primordial para um convívio agradável... Saber criticar, sim é fundamental, afinal de contas se você aceita, mas não concorda com tudo que andam fazendo por ai e quer deixar isso bem claro, então seja bem vindo e não perca a educação!
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