
Num mundo dominado pelo voyerismo, não só observar, mas também dar palpites e falar mal dos “outros” virou um habito, e a maioria dos envolvidos fazem isto como se fosse a melhor das criticas. Pensar a respeito dessa atitude com um pouco de ética, virou um exercício cada vez mais empurrado como lixo para debaixo do tapete. Estou me refiro-me a um simples fato: o de refletir sobre concordar ou apenas aceitar sobre, se o que os “outros” fazem da vida deles é realmente da nossa conta.
É muito simples, mas muita gente não entende que, se Mariazinha, pintou o cabelo de azul ao invés de preto, é por que, ela se sente bem e bonita com essa cor de cabelo. Bem, esse deveria ser o único e bom motivo que deveríamos que levar em consideração para respeitar sua atitude, apesar de achar que ela ficaria muito melhor com a cor natural. O que não pega bem aqui é a mania horrível e defeituosa de achar que devemos dar palpites, e dizer aos outros sobre como devem andar, sobre como devem se vestir, o que devem comer. O pior disso tudo é que, quem critica acaba por esquecer que, cada pessoa é um ser único, diferente e que é essa diferença que faz das pessoas realmente interessantes e bonitas. Eu pergunto: Quem disse que só os cabelos lisos e grandes são bonitos? E os crespos? Os anelados? Os curtos e os repicados? E aqueles de cores bárbaras que vemos nas ruas? Porque não são bonitos? Porque estão fora do padrão? Ou não é o da moda? As pessoas são por natureza diferente, são umas altas outras baixas, gordas e super magras, negras, amarelas e brancas, pensam diferentes, vestem de forma diferente. E porque será que apesar de tantas diferenças tão evidentes, alguns insistem em achar que todos devem pensar da mesa forma? A diferença merece respeito, porque é ela que faz nossos relacionamentos interpessoais interessantes.
Não vou morrer nem matar quem pensa e agi diferente de mim. Na minha opinião essa flexibilidade não é sinal de
fraqueza, afinal por mais delicado que pareça o assunto, ele sempre vai ter dois lados. E aceitar que as pessoas são diferentes, não é o mesmo que concordar com o que fazem ou dizem que fazem, mas sim um ato de respeito.
Eu particularmente, até prefiro que não concordem comigo, porque assim aumento meu repertório e tenho a chance de conhecer novos argumentos e aprender com conceitos e opiniões peculiares as minhas. Mas também gosto e exijo respeito pelas minhas opiniões.
Ninguém é obrigado a concordar com os outros, mas deixar esse narcisismo de lado e aceitar que existem outras pessoas e que elas têm o direito de pensar diferente é primordial para um convívio agradável... Saber criticar, sim é fundamental, afinal de contas se você aceita, mas não concorda com tudo que andam fazendo por ai e quer deixar isso bem claro, então seja bem vindo e não perca a educação!
É muito simples, mas muita gente não entende que, se Mariazinha, pintou o cabelo de azul ao invés de preto, é por que, ela se sente bem e bonita com essa cor de cabelo. Bem, esse deveria ser o único e bom motivo que deveríamos que levar em consideração para respeitar sua atitude, apesar de achar que ela ficaria muito melhor com a cor natural. O que não pega bem aqui é a mania horrível e defeituosa de achar que devemos dar palpites, e dizer aos outros sobre como devem andar, sobre como devem se vestir, o que devem comer. O pior disso tudo é que, quem critica acaba por esquecer que, cada pessoa é um ser único, diferente e que é essa diferença que faz das pessoas realmente interessantes e bonitas. Eu pergunto: Quem disse que só os cabelos lisos e grandes são bonitos? E os crespos? Os anelados? Os curtos e os repicados? E aqueles de cores bárbaras que vemos nas ruas? Porque não são bonitos? Porque estão fora do padrão? Ou não é o da moda? As pessoas são por natureza diferente, são umas altas outras baixas, gordas e super magras, negras, amarelas e brancas, pensam diferentes, vestem de forma diferente. E porque será que apesar de tantas diferenças tão evidentes, alguns insistem em achar que todos devem pensar da mesa forma? A diferença merece respeito, porque é ela que faz nossos relacionamentos interpessoais interessantes.
Não vou morrer nem matar quem pensa e agi diferente de mim. Na minha opinião essa flexibilidade não é sinal de

fraqueza, afinal por mais delicado que pareça o assunto, ele sempre vai ter dois lados. E aceitar que as pessoas são diferentes, não é o mesmo que concordar com o que fazem ou dizem que fazem, mas sim um ato de respeito.
Eu particularmente, até prefiro que não concordem comigo, porque assim aumento meu repertório e tenho a chance de conhecer novos argumentos e aprender com conceitos e opiniões peculiares as minhas. Mas também gosto e exijo respeito pelas minhas opiniões.
Ninguém é obrigado a concordar com os outros, mas deixar esse narcisismo de lado e aceitar que existem outras pessoas e que elas têm o direito de pensar diferente é primordial para um convívio agradável... Saber criticar, sim é fundamental, afinal de contas se você aceita, mas não concorda com tudo que andam fazendo por ai e quer deixar isso bem claro, então seja bem vindo e não perca a educação!
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